Conheça as 7 melhores bailarinas do mundo para te inspirar

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Você sabia que uma das melhores formas para ter motivação para desenvolver uma carreira de sucesso é encontrando uma inspiração profissional? Pois é, analisando as melhores bailarinas na história, você consegue perceber os passos que elas deram para chegar onde chegaram e, quem sabe, seguir o mesmo caminho.

Acontece que identificar quem são os nomes que marcaram a história não é tão fácil assim, sendo que existem muitas bailarinas que ficaram famosas depois de dedicarem suas vidas à dança, não é mesmo?

Foi pensando em ajudar você a sentir-se inspirado com a carreira de dançarino que nós desenvolvemos este artigo. Nele, você pode conferir os principais nomes de bailarinas nacionais e internacionais que conquistaram sucesso profissional. Boa leitura!

1. Agripina Yakovlevna Vaganova

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Começamos a nossa lista com uma bailarina russa que encontrou muitos desafios na sua jornada. Fugindo dos padrões tradicionais, Agripina Vaganova não era considerada uma mulher bonita para a época e, por isso, teve dificuldades na sua carreira, tendo em vista que poucas escolas queriam contratá-la como dançarina.

Acontece que em nenhum momento isso a desestimulou, muito pelo contrário: ela continuou correndo atrás dos seus sonhos. Nesse sentido, Agripina aprimorou cada vez mais a sua técnica, desenvolvendo movimentos com perfeição e encantando todos os públicos com sua dança leve, suave e tocante.

Ainda que apresentasse uma qualidade de dança quase que incomparável, a bailarina ganhou reconhecimento na área somente após investir na docência. Em outras palavras, quando Vaganova decidiu tornar-se professora de ballet clássico, após sua aposentadoria, ela se tornou uma das educadoras mais famosas do mundo.

Para completar, ela desenvolveu um método de dança completamente inovador, conhecido como Vaganova.

Nele, os alunos devem aprender os movimentos de forma progressiva, tomando consciência do seu próprio corpo, fortalecendo a parte inferior das costas sem perder de vista a plasticidade dos braços e a expressividade que os movimentos devem apresentar.

2. Alicia Alonso

Alicia Alonso, nascida em Havana, deu início aos seus estudos quando tinha apenas 11 anos, na Escola de Ballet da Sociedade Pró-Arte Musical.

Quatro anos depois, Alicia casou com Fernando Alonso — um grande bailarino de Cuba — e, juntos, desenvolveram o Ballet Nacional de Cuba que se tornou uma das maiores escolas do país.

Quando ela estava conquistando grande renome na sua carreira, Alicia teve uma grande doença, perdendo parcialmente a visão aos 19 anos.

No entanto, a bailarina não se deixou abalar e continuou dançando mesmo com dificuldades, encontrando outras formas de se movimentar no palco com a ajuda de seus parceiros e da iluminação.

Hoje, Alicia Alonso é bailarina e diretora do Ballet Nacional de Cuba e ainda realiza algumas apresentações, sendo que uma das mais aclamadas na contemporaneidade aconteceu no Brasil, em Belo Horizonte. Ao final do espetáculo clássico Giselle, a dançarina foi aplaudida de pé durante vários minutos.

3. Ana Botafogo

Como você já deve imaginar, Ana Botafogo é uma bailarina e atriz brasileira. Nascida no Rio de Janeiro, ela deu início aos seus estudos na própria cidade quando tinha onze anos — e, na época, já tinha grande destaque no Brasil. Mas, foi somente quando viajou à França que Ana começou a dançar profissionalmente no Ballet de Marseille.

Alinhado a isso, Botafogo continuou seus estudos na Academia Goubé, em Paris, assim como na Academia Internacional de Dança Rosella Hightower em Cannes e no Dance Center-Covent Garden em Londres.

Toda essa trajetória fortaleceu a sua influência internacional do mundo da dança, tornando-se a primeira bailarina no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

Apresentando espetáculos clássicos por todo o mundo, Ana Botafogo é uma das maiores inspirações para as futuras melhores bailarinas.

4. Aurélie Dupont

Quando Aurélie Dupont era criança, o universo conspirava a favor do seu desenvolvimento no mundo das artes. Isso porque ela tinha tudo para ser uma pianista de sucesso: muito além do talento, ela dedicava-se aos estudos da música.

No entanto, quanto tinha apenas 10 anos, entrou em contato com a ginástica e percebeu que apresentava uma consciência corporal impecável.

Assim, Aurélie entrou para a escola de dança da Ópera de Paris e, com 16 anos começou a fazer parte do corpo de ballet. Isso fez com que ela aprimorasse cada vez mais a sua prática, sendo priorizada pelos professores para atuar nos papéis principais das grandes apresentações, ainda que jovem.

5. Fanny Elssler

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Fanny Elssler é um dos nomes mais clássicos na história do ballet. Nascida 1810, em Viena, ela fez parte do período romântico da época e desenvolveu sua técnica danse tacquetée, pautada em pequenos passos rápidos e movimentos precisos. Assim, com 24 anos, Fanny entrou para o Ballet da Ópera em Paris.

Na época, o mundo já conhecia outro grande nome do ballet: Marie Taglioni. Ela também fazia parte do Ballet da Ópera e a entrada de Fanny na mesma academia de dança fez com que a carreira de Taglioni fosse ameaçada pelos críticos e admiradores da arte.

Isso porque as duas apresentavam estilos de dança muito distintos: enquanto que Fanny buscava movimentos precisos e rápidos, como comentamos, Marie buscava passos com muitos giros e saltos, passando ao público a ideia de que o seu corpo era leve e flutuava com facilidade.

Com o seu desenvolvimento na área, Fanny conquistou um enorme reconhecimento e, por vezes, ofuscou as técnicas de Taglioni. Vale lembrar, no entanto, que Marie não deixou de ter uma carreira de sucesso com a ascensão da Elssler, mas perdeu sua força no cenário mundial.

6. Maria Alexandrova

Maria Alexandrova é uma dançarina russa, sendo a principal bailarina do Ballet Bolshoi desde 2004. Durante sua infância e adolescência, Maria estudou as principais técnicas do ballet e incorporou uma prática clássica no seu dia a dia. Assim, com 19 anos, ganhou a medalha de ouro na competição Ballet International de Moscou, consolidando sua entrada na profissão.

Depois disso, Alexandrova alavancou a sua carreira e recebeu diversos prêmios internacionais, destacando-se na área até ingressar no Ballet Bolshoi. A partir disso, ela ocupou cargos de poder relacionados aos sindicatos de dançarinos, bem como desenvolveu propostas políticas para promover visibilidade à profissão.

7. Marie Taglioni

Você lembra que comentamos sobre Marie Taglioni? Pois é, não poderíamos deixar de citá-la na nossa lista. Nascida em 1804, Taglioni também foi um grande nome no ballet romântico e desenvolveu uma técnica impecável de movimentos artísticos, como os saltos e rodopios.

A sua história na dança começa desde cedo: por ser filha de pais bailarinos, Marie sempre esteve presente nas suas apresentações, treinos e criação de coreografias. Isso não só estimulou o seu contato com o ballet, como também permitiu uma entrada facilitada ao universo da dança profissional.

Assim, Taglioni também fez parte do Ballet da Ópera, em Paris, e conquistou o seu reconhecimento após conseguir dançar na ponta em um espetáculo clássico. Além disso, Marie encantava o público com a facilidade e leveza na qual ela realizada os saltos, passando a impressão de que seu corpo flutuava no palco.

Conhecer as melhores bailarinas do mundo não só garante que você se sinta motivado a dar início a sua vida profissional, como também serve como inspiração para fortalecer a sua consciência corporal e aprimorar cada vez mais as suas técnicas. Lembre-se de que para conseguir sucesso na área é necessário muito estudo e dedicação.

Então, você se sentiu inspirado a seguir dançando? Aproveite para continuar a sua leitura no nosso blog e confira como evitar lesões na dança!

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